sexta-feira, 27 de julho de 2012

Sagrada família(Zuenir Ventura)


Algumas histórias resistem ao tempo. A inocência não.

Em seu novo livro, Sagrada família, Zuenir Ventura entrelaça memória e ficção para compor uma narrativa lírica e cativante sobre os amores que resistem ao tempo e a perda da inocência.

Com nostalgia e bom humor, o narrador faz uma viagem ao passado, à ficcional cidade de Florida, para recontar o que viveu em meio a uma numerosa família fluminense. A começar por sua tia, a bela Nonoca, 37 anos de idade e dois de viuvez, e suas visitas regulares à farmácia, onde recebia do farmacêutico atenções muito mais especiais do que uma simples cliente. E suas duas filhas, Cotinha e Leninha, 15 e 14 anos, ansiosas para conhecer o verdadeiro amor.

“Este é um livro fortemente inspirado em memórias, mas para não criar problemas familiares com parentes ainda vivos, inventei muita coisa, troquei nomes, romanceei episódios. O que eu queria mesmo era contar uma história que representasse a hipocrisia daquela época”, conta Zuenir, sobre sua infância e adolescência vivida em universo “tipicamente Rodrigueano”.

Com tipos e cenas que, reconhece o autor, lembram de fato personagens das crônicas de Nelson Rodrigues, Zuenir recria, com grande sensibilidade, os anseios e as atribulações de uma família vivendo na região serrana do Rio de Janeiro, dos anos 1940 até um passado não muito distante.

É um livro de personagens memoráveis: além de Tia Nonoca e as duas filhas casadoiras, há Douglas, um rapaz carismático e por vezes violento, que mudará a vida da família. E o próprio narrador, o menino Manuéu (“me orgulhava da grafia sem saber ainda que era um erro do escrivão”), que acompanha a trajetória dos personagens e aos poucos perde sua inocência de criança.

Sagrada família é também uma história cativante sobre a vida interiorana, com as matinês de domingo, o footing na praça nos finais de semana, os flertes. E o cotidiano de dona Edith e suas meninas de Vila Alegre, a melhor casa da zona do meretrício, com códigos de conduta mais formais que os dos clubes de Florida. Tudo isso à sombra de um período crucial na História do Brasil às vésperas de entrar na Segunda Guerra, com suas intrigas políticas e passionais, compondo o emocionante retrato de uma época.

Ficção
ISBN: 9788579621413
Lançamento: 02/07/2012
Formato: 15 x 23
232 páginas

quarta-feira, 25 de julho de 2012

As candidatas à vaga de Amy Winehouse


Conheça dez cantoras reveladas nos últimos cinco anos, assim como a compositora de 'Rehab', que concorrem ao posto de melhor voz da atualidade, deixado vago por ela em julho do ano passado.

Há um ano, a notícia da morte repentina de Amy Winehouse calou a melhor voz da atualidade. A cantora britânica foi encontrada sem vida em seu apartamento em Londres, quando se preparava para retomar a carreira iniciada apenas quatro anos antes e prejudicada pelo abuso de drogas. 
Sem Amy Winehouse, o posto de maior revelação da música dos últimos anos ficou vago. Ainda que a ideia de substituição possa parecer mórbida, vozes femininas contemporâneas da compositora de Rehab são candidatas ao posto da melhor da atualidade.
No topo do páreo, está a também britânica Adele, cujo segundo disco, 21, atingiu recentemente a marca de 22 milhões de unidades vendidas em todo o mundo. Seu nome também figura nas principais premiações musicais dos últimos dois anos. Junto a ela, disputam o título as cantoras Florence Welch, Laura Marling e Lykke Li, entre outras. 
Fonte: Revista Veja

sábado, 21 de julho de 2012

Brasilienses são os que mais estudaram


Empregados do DF são os únicos que, em média, estudaram mais de dez anos, revela estudo da OIT.

Os trabalhadores do Distrito Federal têm a maior média nacional de tempo de estudo. De acordo com o relatório "Perfil do Trabalho Decente no Brasil", divulgado ontem pelo escritório brasileiro da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o brasiliense empregado passou, em média, 10,3 anos na sala de aula.
O DF é a única unidade da federação onde os empregados têm uma média de tempo de estudo superior a dez anos. Em outros 15 Estados, o tempo não chega a oito anos, menos que o período necessário para concluir o ensino fundamental.
Para o professor do Departamento de Administração da Universidade de Brasília (UnB), Jorge Fernando Pinho, a maior escolaridade do trabalhador brasiliense pode ser explicada pelo elevado número de pessoas que seguem carreira no serviço público. "Geralmente, os concursos públicos exigem, no mínimo, o segundo grau completo", lembra. Para o professor, a alta renda per capita do DF também contribuiu para que os brasilienses tenham mais tempo de estudo.
Outro dado que chama a atenção é a disparidade salarial entre negros e brancos no DF, a maior em todo país empatada com Rio de Janeito e Piauí. Segundo a OIT, a população ocupada negra brasiliense recebe, em média, 57% do salário médio dos brancos. O Amapá é o estado com a menor diferença salarial, com a renda médias dos negros equivalente a 75,3% do salário dos brancos.
O relatório revela ainda que o DF tem o segundo maior número de trabalhadores na formalidade: 69%, quase o mesmo número do estado de São Paulo, que tem 69,1%. Entre os trabalhadores domésticos, 37% têm carteira assinada no DF, o terceiro maior percentual do país, atrás apenas de São Paulo, com 38,9%, e Santa Catarina, com 37,6%.
FONTE:JORNAL O DESTAK

quarta-feira, 18 de julho de 2012

"TEMPEST" o novo álbum de Bob Dylan

A previsão de lançamento do novo álbum de Bob Dylan é para a data de 11 de setembro. Segundo a Columbia Records o álbum é em comemoração 50º aniversário de estréia do cantor.

Nascido no estado de Minnesota, neto de imigrantes judeus russos, aos dez anos de idade Dylan escreveu seus primeirospoemas e, ainda adolescente, aprendeu piano e guitarra sozinho. Começou cantando em grupos de rock, imitando Little Richarde Buddy Holly, mas quando foi para a Universidade de Minnesota em 1959, voltou-se para a folk music, impressionado com a obra musical do lendário cantor folk Woody Guthrie, a quem foi visitar em Nova York em 1961.

Em 2004, Bob Dylan foi escolhido pela revista Rolling Stone, como o 2º melhor artista de todos os tempos, ficando atrás somente dos Beatles, e uma de suas principais canções, "Like a Rolling Stone", foi escolhida como a melhor de todos os tempos. Influenciou diretamente grandes nomes do rock americano e britânico dos anos de 1960 e 1970.

No início dos anos 90, Bob Dylan parece dar uma "parada" na carreira. Para comemorar e fazer um balanço de seus 30 anos de trajetória, ele volta a gravar folk tradicional, acústico, sem importar-se com o pouco apelo comercial deste gênero nos dias atuais. 

Bob Dylan também pinta e desenha tendo lançado um livro de desenhos "Drawn Blank" em 1994. 
Fez a sua primeira exposição denominada "The Drawn Blank Series" no Museu Kunstsammlungen em Chemnitz (Alemanha) (onde há obras de Munch e Picasso) entre Outubro de 2007 e 3 de Fevereiro de 2008 com 175 [aquarela]]s e guaches.

Dylan escreveu o livro Tarântula em 1966, mas só foi publicado em 1971. No Brasil, o livro foi publicado em 1986 pela Editora Brasiliense (Coleção Circo de Letras) com tradução de Paulo Henriques Britto. Foi publicado em Portugal em 2007. No Brasil também foi, em 2005, lançada sua auto biografia "Crônicas Vol I",com a tradução de Lúcia Brito.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Primeiro Festival Internacional de Cinema de Brasília

Primeiro Festival Internacional de Cinema de Brasília reúne 46 filmes estrangeiros.

Com 46 filmes na programação, a primeira edição do Festival Internacional de Cinema de Brasília (BIFF) começa amanhã reunindo algumas das produções estrangeiras mais comentadas nos festivais internacionais, boa parte delas ainda inéditas no Brasil.

O evento foi dividido em sete partes: a mostra competitiva, na qual 12 longas-metragens vão competir por prêmios de R$ 20 mil em várias categorias, além das mostras Cara Latina, Panorama África, Independente Americano, Novo Cinema Europeu, Mundo Animado e Retrospectiva Anna Karina. 

A Mostra Mundo Animado reúne seis filmes destinados ao público infantil.

Com sete filmes, a mostra Cara Latina reúne apenas produções de cineastas mulheres, ressaltando a força da presença feminina na região. Destaque para “Abrir Puertas y Ventanas”, de Milagros Mumenthaler. A Panorama África exibirá cinco filmes, enquanto a Independente Americano reúne seis produções. Por último, a mostra Novo Cinema Europeu é uma oportunidade para conhecer quatro filmes novos do continente, entre eles “O Batismo”, de Marcin Wrona.

Na Retrospectiva Anna Karina, serão exibidos seis títulos protagonizados pela atriz, entre eles “Band à  Part”, de Jean-Luc Godard.

BIFF, no Teatro Nacional Cláudio Santoro (SCTN, Via N2) e no Cine Cultura Liberty Mall (SCN, Quadra 2, Bloco D). Amanhã até o dia 22 de julho. Confira a programação no: www.biffestival.com

Fonte: O DESTAK

segunda-feira, 9 de julho de 2012

A ESPOSA SECRETA DE LUIS XIV(Livro de Veronica Bukley)

A história de Françoise d’Aubigné, a Madame de Maintenon.

“Convincente e emocionante, uma narrativa reveladora sobre uma mulher notável.” - The Sunday Telegraph

Luís XIV é considerado o monarca mais notável da história. Conhecido especialmente pelo apelido de “Rei Sol” e pela máxima “O Estado sou eu”, que demonstram sua soberania, o absolutista francês colocou-se acima do poder do clero, gastou exorbitantes quantidades de dinheiro ordenando a construção dos enormes Palácios dos Inválidos e de Versalhes e equipando seu exército a ponto de torná-lo o mais poderoso da Europa. 

No entanto, o caráter forte de Luís não o impediu de se apaixonar por uma de suas amantes a ponto de torná-la secretamente sua esposa e fazer dela sua maior confidente por mais de trinta anos. Em A esposa secreta de Luís XIV, Veronica Buckley narra a pouco provável trajetória de ambição e superação da Marquesa de Maintenon, Françoise d'Aubigné.

Françoise nasceu em uma prisão francesa no ano de 1635. O pai, Constant, estava preso por conspiração e assassinato e a mãe, Jeanne, era filha do diretor da prisão. A extrema pobreza da família fez com que Françoise fosse obrigada a mendigar nas ruas. O pai a levou, ainda pequena e junto à mãe, para a ilha de Martinica. Com doze anos, a menina retornou à França.

Contra a própria vontade, Françoise foi educada em um convento e não dava sinais de que iria possuir uma vida social. No entanto, armada com beleza, inteligência e perspicácia, fez seu caminho para o centro do poder em Versalhes, a corte mais opulenta e ambiciosa da Europa, até se tornar Marquesa de Maintenon e esposa secreta do Rei Sol, no auge de seu poder.

Aos 15 anos, casou-se com o poeta satírico Paul Scarron, 27 anos mais velho e gravemente deformado pelo reumatismo. Apesar dos males físicos, Scarron presidia um animado e escandaloso salão literário de Paris, e Françoise rapidamente se tornou seu estimado ornamento. 

Após a morte de Scarron, ela desfrutou de uma viuvez alegre no elegante bairro de Marais, na companhia da cortesã Ninon de Lenclos e da amante do rei, Athénaïs de Montespan, que fez da jovem viúva a governanta de sua prole de filhos ilegítimos. A nomeação transformou a vida de Françoise, uma vez que o rei logo voltou sua atenção para a graciosa governanta. Elevada à nobreza como Marquesa de Maintenon, em 1678, e, extra-oficialmente, "Madame de Maintenant", tornou-se uma das mulheres mais poderosas de seu tempo.

A aclamada biógrafa Veronica Buckley traça, em uma narrativa que não perde o foco, a impressionante história do progresso de Françoise, de criança pobre a esposa secreta de Luís XIV, uma espécie de rainha sem coroa. Governante absoluto, o Rei Sol deixou suas muitas outras amantes para viver apenas com Françoise, elegendo-a como sua confidente mais próxima e permanecendo apaixonado por ela por 40 anos.

A esposa secreta de Luís XIV é um retrato da França absolutista e da Europa em uma era de mudanças radicais, descrito em detalhes por meio da trajetória da vida de uma mulher, que de criança sem futuro passa a amante real e depois à comprometedora e secreta posição de rainha sem coroa.

FONTE WWW.OBJETIVA.COM.BR

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Cássia Eller

Acordei com uma vontade imensa de ouvir Cássia Eller. Liguei note e localizei uma pasta nomeada como Divina Cássia. Selecionei algumas músicas e deixei tocar. Logo vieram um monte de lembranças trazidas pelas cordas vocais desta cantora maravilhosa. Como já disse em outras postagens anteriores, todos momentos fortes de minha vida foram regados à bons poemas, grandes amigos, bons vinhos e belas músicas. Tem uma música que diz "... hoje eu ouço as canções que você fez pra mim..." e que reflete este sentimento que tenho para com a música. E algumas canções nos tocam tanto que temos a impressão de que foram feitas para nós. 
Nascida no Rio de Janeiro, aos 6 anos mudou-se com a família para Belo Horizonte. Era filha de um sargento do Exército e de uma dona-de-casa, seu nome foi sugerido pela avó, devota de Santa Rita de Cássia.Aos 10, foi para Santarém, no Pará. Aos 12 anos, voltou para o Rio. O interesse pela música começou aos 14 anos, quando ganhou um violão de presente. Tocava principalmente músicas dos Beatles. Aos 18, chegou a Brasília. Ali, cantou em coral, fez testes para musicais, trabalhou em duas óperas como corista, além de se apresentar como cantora de um grupo de forró. Também fez parte, durante dois anos, do primeiro trio elétrico de Brasília, denominado Massa Real, e tocou surdo em um grupo de samba. 
Um ano mais tarde, foi para Minas Gerais, onde trabalhou como servente de pedreiro. "Fiz massa e assentei tijolos", contava. Na escola, não chegou a terminar o ensino médio, por causa também dos shows que fazia, não teria tempo para estudar.
Caracterizada pela voz grave e pelo ecletismo musical, interpretou canções de grandes compositores do rock brasileiro, como Cazuza e Renato Russo, além de artistas da MPB como Caetano Veloso e Chico Buarque, passando pelo pop de Nando Reis e o incomum de Arrigo Barnabé e Wally Salomão, até sambas de Riachão e rocks clássicos de Jimi Hendrix, Rita Lee, Beatles, John Lennon e Nirvana.
Foi somente no ano de 1989 que sua carreira decolou. Ajudada por um tio seu, gravou uma fita demo com a canção "Por enquanto", de Renato Russo. Este mesmo tio levou a fita à PolyGram, o que resultou na contratação de Cássia pela gravadora. Sua primeira participação em disco foi em 1990, no LP de Wagner Tiso intitulado "Baobab". 
Foi uma grande interprete, o que a torna em minha concepção, ainda mais maravilhosa. Dar a antigas composições um novo estilo é algo que aprecio muito em música. E música não envelhece. Vai ser sempre uma novidade para qualquer geração. Indo do clássico ao brega ao eletrônico e a tantos outros estilos.
Era homossexual assumida e morava com a parceira Maria Eugênia Vieira Martins, com a qual criava o filho Francisco (chamado carinhosamente de Chicão). Ela teve seu filho com o baixista Tavinho Fialho. Ele faleceu em um acidente automobilístico meses antes do nascimento de Francisco. Maria ficou responsável pela criação do filho de Cássia após a morte de sua companheira. 
O ano de 2001 foi um ano bastante produtivo para Cássia Eller. Em 13 de janeiro de 2001, apresentou-se no Rock in Rio III, num show em que baião, samba e clássicos da MPB foram cantados em ritmo de rock. Neste dia, o organograma de apresentação foi o seguinte: R.E.M., Foo Fighters, Beck, Barão Vermelho, Fernanda Abreu e Cássia Eller. 190 mil pessoas compareceram a esta apresentação.
Entre maio e dezembro, Cássia Eller fez 95 shows. O que levou a cantora a gravar um DVD, nos moldes de sua preferência - ao vivo: o Acústico MTV, gravado entre 7 e 8 de março, em São Paulo, no qual Cássia contou com o um grupo de alto nível técnico e artístico: Nando Reis (direção musical/autoria, voz e violão em "Relicário" / voz em "De Esquina" de Xis), os músicos da banda Luiz Brasil (direção musical /cifras / violões e bandolim), Walter Villaça (violões e bandolim), Fernando Nunes (baixolão), Paulo Calasans(piano acústico Hammond e órgão Hammond), João Vianna (bateria, surdo, ganzá, ralador e lâmina), Lan Lan (percussão) e Thamyma Brasil (percussão), os músicos convidados Bernardo Bessler (violino), Iura (Cello), Alberto Continentino (contrabaixo acústico), Cristiano Alves (clarinete e clarone), Dirceu Leite (sax, flauta e clarineta), entre muitos outros. Este álbum foi composto por 17 faixas, acrescidas do Making Of, galeria de fotos, discografia e i.clip. O álbum vendeu até hoje mais de um milhão de cópias e se tornou o maior sucesso da carreira de Cássia, sendo que até então, apesar das boas vendagens e da experiência, ela não era considerada uma cantora extremamente popular.
No mesmo ano de 2001, ela se apresentaria no Video Music Brasil, da MTV, ao lado de Rita Lee, Roberto de Carvalho e Nando Reis com "Top Top" d'Os Mutantes, presente no seu "Acústico MTV".
Cássia Eller faleceu em 29 de dezembro de 2001, aos 39 anos, no auge de sua carreira, em razão de um infarto do miocárdio repentino. Foi levantada a hipótese de overdose de drogas, já que ela já fora usuária de cocaína. A suspeita foi considerada inicialmente como causa da morte, porém foi descartada pelos laudos periciais do Instituto Médico Legal do Rio de Janeiro após autópsia. Encontra-se sepultada no Cemitério Jardim da Saudade no Rio de Janeiro.

DISCOGRAFIA

ÁLBUNS
1990 - CÁSSIA ELLER
1992 - O MARGINAL
1994 - CÁSSIA ELLER
1996 - CÁSSIA ELLER AO VIVO
1997 - CÁSSIA ELLER AO VIVO
1998 - VENENO ANTIMONOTONIA
1999 - VENENO AO VIVO
2001 - COM VOCÊ... MEU MUNDO FICARIA COMPLETO
2002 - ACÚSTICO MTV
2006 - ROCK'IN RIO: CÁSSIA ELLER AO VIVO

COMPILAÇÕES
1997 - MINHA HISTÓRIA
1997 - MÚSICA URBANA
1998 - MILLENNIUM
2000 - CÁSSIA ROCK ELLER
2001 - SEM LIMITE
2002 - SÉRIE GOLD
2002 - LUAU MTV CÁSSIA ELLER
2003 - PERFIL
2003 - PARTICIPAÇÃO ESPECIAL
2004 - A ARTE DE CÁSSIA ELLER
2004 - I LOVE MPB
2005 - NOVO MILLENNIUM
2008 - RARIDADES
2011 - RELICÁRIO

quinta-feira, 10 de maio de 2012

A parisiense – O guia de estilo de Ines de la Fressange


Quais são os segredos do bom gosto parisiense? Ines de la Fressange - ícone da elegância na França - conta o que aprendeu sobre estilo e beleza durante décadas de experiência na indústria da moda. Ela dá conselhos de como se vestir com o encanto das parisienses e sugere um guarda-roupa a partir de apenas sete itens básicos e bons acessórios, que garantem produções práticas e elegantes.

Suas fontes preferidas para verdadeiros achados e soluções de vestuário, beleza e decoração - disponíveis on-line e em Paris - são acompanhadas por fotografias de moda, nas quais a modelo é sua filha, e por desenhos assinados pela própria Ines.

Esse guia inclui endereços da Paris secreta da autora: hotéis, restaurantes, spas, lugares fora do circuito turístico oficial e uma seção feita sob medida para a diversão das crianças. Escrito com humor e verve, em colaboração com a jornalista de moda da Elle, Sophie Gachet.
A parisiense é o roteiro fundamental para conhecer os endereços mais charmosos da capital francesa.


É um livro muito bom e que com certeza mulheres inteligentes e de bom gosto precisam ter. Folhear suas páginas por alguns instantes foi suficiente para perceber que estava diante de uma boa leitura. Com certeza temos aqui uma boa dica de presente para para amigas muito especiais. 

Elle 
"Ines já passou por todos os estágios da moda: top model, estilista, embaixadora de grifes. Nada escapa a seu olhar aguçado, através do qual ela criou uma filosofia da moda."

Vogue 
"Um livro que nos arrebata com seu charme, seu humor e seu bom-senso."

L’Express 
"Um dos melhores livros de moda do ano."

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Chega ao Brasil a marca de perfumes BOND N.9


Chinatown – Com um aroma bem pronunciado de especiarias, é um perfume surpreendente e bem diferente. Custa R$ 804,99 (100ml) ou R$ 583 (50ml).

Madison Square Park – Combina flores românticas e notas verdes. O resultado é um perfume fresco, ideal para o dia a dia. Custa R$ 875 (100ml) ou R$ 620 (50ml).

West Side – Conhecida por ser uma das regiões mais musicais da cidade. A fragrância que remete ao West Side leva notas de rosa, peônia, ylang-ylang, baunilha, almíscar, sândalo e âmbar. Custa R$ 804,99 (100ml) ou R$ 583 (50ml). 

Highline Park – Inspirada no parque suspenso Highline, que fica no Meatpacking, a essência traz bergamota, ruibarbo indiano, folha de rosas vermelhas, tulipa, água de flor de laranjeira, carvalho, madeira de teca. Custa R$ 804,99 (100ml) ou R$ 583 (50ml). 

Jet Swarovski Amphora Vitrine: Adornado com 17.500 cristais Swarovski, equipado com uma torneira de ouro e coroada com um espelho elíptico que repousa sobre um favo de mel. Esta maravilha é um presente em couro caixa branca. Eles fornecem a Bond No. 9 eau de parfum de sua escolha. 

Harrods Limited Edition Swarovski: diamantes Swarovski incrustados ter 1,600 foi projetado exclusivamente para Harrods, onde se destaca um padrão de diamante da estrutura do edifício famoso Harrods. Ele é promovido como um perfume inspirado por elementos da música árabe, com a promessa de ser um perfume que deslumbram os nossos sentidos. Uma fragrância baseada temperos exóticos.

Bleecker Street Swarovski: Uma mistura de gourmet oriental patchouli, cassis, caramelo, madeira e almíscar. A garrafa de edição limitada de 100 ml estrela verde-limão chartreuse ametista e ouro está repleta de frente, aguarela e traseira, com um padrão xadrez de vidro e uma boa medida, uma frente de vidro e extra grande centro. 

Saks Fifth Avenue para ela Limited-Editon Swarovski Snowflake: incrustado com cristais Swarovski 1500, projeto de marcas de decoração do floco de neve com temas de janelas que iluminam o 5. Avenue. O buquê de gardênias brancas tradicionais com toques contemporâneos de jasmim, vetiver e baunilha fazem deste um perfume sofisticado. 

Amphora Chandelier: Inspired lustres lágrima, prismas reluzentes consiste de diamante irresistível como uma explosão dentro do tempo de iluminação lojas Bowery. Aroma irresistível.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Warhol e Bacon são estrelas de leilão em Nova York

Retrato de Elvis Presley feito por Andy Warhol

O artista americano criou 22 retratos da série Elvis e este é o primeiro ser colocado no mercado desde 1995

Venda está liderada por ''Double Elvis'', um retrato de 1963 taxado em US$ 50 milhões e no qual Warhol recria com seu característico estilo o ícone do rock.
Nova York - Um retrato de Elvis Presley feito por Andy Warhol e que poderá custar até US$ 50 milhões, assim como obras de Roy Lichtenstein, Francis Bacon, Gerhard Richter e Jean-Michel Basquiat, protagonizarão nesta terça-feira um leilão de arte contemporânea em Nova York organizado pela casa Sotheby''s. 

''Temos um magnífico triunvirato de artistas contemporâneos formado por Warhol, Lichtenstein e Bacon, que despertaram uma grande expectativa por esta venda'', afirmou à Agência Efe o diretor do leilão, Simon Shaw.

A venda está liderada por ''Double Elvis'', um retrato de 1963 taxado em US$ 50 milhões e no qual Warhol recria com seu característico estilo o ícone do rock, para transformá-lo em um referente do imaginário popular, como fez com outras celebridades, como Marilyn Monroe e Jackie Kennedy.

O artista americano criou 22 retratos da série Elvis e este é o primeiro ser colocado no mercado desde 1995.

Também de Warhol, será posto à venda ''Ten Foot Flowers'', uma serigrafia de enormes proporções, criada em 1967, que poderá alcançar um preço de US$ 12 milhões.

Outra estrela do leilão é ''Sleeping Girl'', de Liechtenstein, uma obra símbolo do Pop art, de 1964, avaliada em até US$ 40 milhões, da mesma forma que ''Figure Writing Reflected In Mirror'', na qual Bacon reúne seus temas mais importante e sua iconografia peculiar.

Além disso, serão leiloadas obras-primas do movimento abstrato, obra do alemão Richter e de Willem de Kooning, assim como ''Ring'', um quadro de Jean Paul Basquiat que poderá ser arrematado por até US$ 6 milhões. 

Fonte: Exame.com

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Exposição traz para a cidade amplo painel da arte construtiva brasileira(Correio Braziliense)


Quando Brasília começou a tomar forma nas pranchetas e mentes dos brasileiros responsáveis pelo sonho a ser erguido no meio do Planalto Central, o Brasil passava por uma revolução artística. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, artistas se desprendiam da figuração e ingressavam na aventura abstrata, um caminho sem volta que acabou por mudar os rumos da arte brasileira. E o que isso tinha a ver com Brasília? Simples: a conexão está na modernidade e na ideia de ruptura que orientaram tanto artistas quanto arquitetos. Max Perlingueiro quis deixar isso bem claro ao realizar a curadoria de Geometria da transformação — Arte construtiva brasileira na coleção Fadel, em cartaz no Museu Nacional Honestino Guimarães (Complexo da República).

Com 142 obras de 55 artistas, a mostra traz à cidade a produção mais importante da arte construtiva brasileira, um momento no qual a geometria se tornou o ponto de partida para toda uma geração. “Em 1951, houve a 1ª Bienal de São Paulo e foi apresentada a arte abstrata. Max Bill ganhou o prêmio e modificou a cabeça dos artistas”, conta Perlingueiro. Em São Paulo, liderados por Waldemar Cordeiro, artistas como Lothar Charoux, Geraldo de Barros e Luiz Sacilotto se organizaram no Grupo Ruptura. A proposta era uma arte geométrica sóbria, séria, sem a exuberância da cor.

Por: Nahima Maciel 
Fonte: Correio Braziliense 

terça-feira, 1 de maio de 2012

Aquarela de Cézanne é vendida por US$ 17 milhões em NY


Leilão de arte impressionista e moderna realizado pela casa Christie's movimentou pelo menos 59 milhões de dólares nesta terça-feira.


Uma aquarela preparatória da série Os Jogadores de Cartas, de Paul Cézanne (1839-1906), foi vendida nesta terça-feira em Nova York por 17 milhões de dólares, durante um leilão de arte impressionista e moderna organizada pela casa Christie's.
Desaparecida desde 1953 e localizada entre as propriedades de uma colecionadora do Texas neste ano, a obra marca um ponto de inflexão na carreira de Cézanne, já que mostra o processo artístico que seguia para posicionar seus personagens, e que seria usado depois em suas obras-primas, segundo o porta-voz da Christie's, Sharon Kim.
Também foi vendida por 17 milhões de dólares a tela As Peônias, de Henri Matisse. Um retrato pintado por Pablo Picasso em 1932 de sua amante Marie-Thérese Walter alcançou 8,7 milhões de dólares.
Também de Picasso, foi vendido por 7,8 milhões de dólares o quadro Dos Desnudos Acostados, pintado em um só dia de 1968, e que, com seu fundo verde, constitui uma homenagem à obra-prima de Edouard Manet (1832-1883) Almoço sobre a Relva.
As Moças de Giverny, de Claude Monet, no qual o pai do impressionismo representou feixes de trigo que arremedam a silhueta de jovens contra a paisagem, foi arrematado por 8,5 milhões de dólares. 
Fonte: Revista Veja